Deputado Zó critica redução do salário mínimo para R$ 998

Dois governos, uma mesma atitude: o tratamento desrespeitoso com 48 milhões de trabalhadores que ganham salário mínimo e grande parte dos 20,6 milhões de aposentados e 7,9 milhões de pensionistas.

Michel Temer não assinou o decreto com o salário mínimo de R$ 1.006,00, inclusive aprovado pelo Congresso Nacional. Já Bolsonaro, decretou o valor de R$ 998,00. Acabam, assim, com a política de valorização do mínimo, estabelecida pelo governo de Lula após conversa com as centrais sindicais. Desde então, o valor valor era reajustado pelo crescimento do PIB de dois anos antes e a inflação do ano anterior ao aumento.

Para o deputado estadual Zó (PCdoB), o decreto do novo presidente vai de encontro ao discurso de governar para todos. “O nosso partido sempre alertou sobre a natureza desse governo, que é aplicar políticas conservadoras e neoliberais. Alias, a trajetória política do atual presidente sempre foi contra os trabalhadores. Votou a favor da reforma trabalhista e contra os direitos das empregadas domésticas”, lembra o parlamentar.

IMPORTANTE PARA ECONOMIA

Zó lembra que, estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), mostram como a valorização do salário mínimo foi bom para o País. “Podemos ver a elevação real do poder aquisitivo de milhões de brasileiros, melhorando a economia e a vida das pessoas. Seguiremos lutando por um Brasil mais justo e igualitário para o nosso povo”, enfatiza.

Segundo cálculos do órgão, o salário mínimo “necessário” para despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 3.959,98, em novembro do ano passado.

VEJA A TABELA

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